Nada melhor pra conhecer a cidade de São Paulo do que ir no maior evento que a cidade promove, não só isto, como eles dizem antes de iniciar cada show exaustivamente (porque política é propaganda é a alma do negócio) o maior evento do mundo, nenhuma cidade realiza algo deste porte.
Sem dúvida o numero de atrações é gigante, reúne todos as tribos, todos os gostos, e todo tipo de arte.
Não há quem não se ache no meio da programação.
É nesta mistura que São Paulo se revela.
Pra mim a Virada de 2008 segue sendo imbátivel e só não foi melhor pela falta de alguém, mas a de 2011 encostou no quesito programação. Desta vez algumas coisas deram erradas, e acabei não indo no sabado, e perdi a Rita que queria muito ter visto. Mas curti as 12 horas do domingo, e voltei pra casa satisfeita após um dia proveitoso.
A programação começou com muita risada pra começar bem o dia. A idéia de trazer o Stand Up pra virada foi muito boa, inovou e foi uma forma de apresentar este tipo de humor pra muita gente que ainda desconhecia.
Fabio Porchat não me decepcionou, embora o texto que ele fez eu ja conhecesse, ainda assim ele conseguiu me fazer rir muito, o que pra mim mostra que o cara de fato é bom! Outro no mesmo quesito foi o Mau Meirelles, texto que eu já tinha visto, mas mesmo assim me fez rir.
As boas surpresas ficaram por conta de Robson Nunes e Murilo Gun, achava ambos fracos baseados nos poucos videos que vi. Ao vivo me conquistaram, mandaram muito bem! E claro o Comida dos Astros, que conheço há tempos e são fantásticos!
Fabio Porchat
Mau Meirelles
Robson Nunes
Murilo Gun
Comida dos Astros
A tarde segui pra Julio Prestes e não sai mais de lá. Como de costume os shows ocorreram paralelamente aos shows dos trapezistas no ar, as vezes voce nao sabe bem pra onde olhar, mas é muito bacana poder escolher. A tarde tambem foi de homenagem aos dois maiores poetas do Rock nacional, Renato Russo e Cazuza, houve ainda destaque pra grande Cassia Eller.
As 14:00 em ponto Frejat deu seu show, e um show bem a vontade e pessoal, no repertório diversos covers e menções a outros cantores. Me arrisco a dizer que músicas suas foram 40% do show. Mas ainda assim valeu a pena, senti falta de algumas canções, mas não vi a hora passar.
Frejat - Ainda é Cedo
Frejat- Mais uma dose
Em seguida veio Evandro Mesquita e sua Blitz, com todo sua irreverência. Tambem fizeram alguns covers e homenagens, mas claro que não deixou de lado os clássicos!
Blitz - Mais uma de amor ( Geme Geme)
Blitz - Você não soube me amar
E pra fechar bem a noite, na seqüência veio Paulo Ricardo e uma prévia do retorno do RPM! E por conta do retorno ele bem que tentou lançar a nova canção intitulada Crepúsculo pra platéia, atitude arriscada e que não pegou. Musica chata, não empolgou em nenhum momento e solução foi emendar num Loiras Geladas.
Gostaria que ele tivesse dado uma de Frejat e cantasse algumas canções de sua epóca solo, mas ele ficou com os clássicos do RPM, com direito a citação de The Doors "Light My Fire, Rollings Stones "You Can´t Always Get What You Want" Beatles " All You Need Is Love e Kings Of Leon "Use Somebody, além claro da homenagem a Renato com "A Cruz e a Espada". E fechou como não devia deixar de ser, com "Olhar 43".
RPM - Loiras Geladas
RPM - Use Somebody
E assim fechou a noite e mais uma edição de um evento que reúne mais de 4 milhões de pessoas, o tipo de dado que te faz ficar curioso em saber quem é a pobre pessoa que tem que contar este povo! rs
E como disse meu amigo antes de partir pra virada e que agora estou alterando o verbo... "Pra você que vive nesta bela cidade e ficou em casa tendo um belo evento cultural e gratuito no seu quintal...só lamento por você!"
Que venha a próxima!





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