terça-feira, 21 de abril de 2015

Tag: Minha vida em 10 músicas



Vi esta tag rolando em vários lugares e achei bem interessante, decidi topar o desafio, que é bem complicado pra uma pessoa viciada em música e que muda de canção preferida com certa frequência. Mas vamos lá, o desafio trata de escolher uma música pra cada momento e explicar um pouco de cada um deles.


Uma música que te lembre um momento bom:  Kenny Loggins - Footloose


Esta música tocou na minha formatura da turma de Técnico em Administração de 2006. Foi uma noite incrível, e mais do que isso, me lembra toda a trajetória do curso ao lado de pessoas maravilhosas.

Uma música que defina a sua vida: Alanis Morissette - Hand In My Pocket



Esta foi difícil, me passou Elis, Ivan Lins e Legião pela cabeça, mas acabei ficando com Alanis mesmo rs, a letra fala por si só.

Uma música que te faz dançar na balada: Florence The Machine: Dog Days Are OVer



Não sei se esta música toca na balada, mas certamente ela me coloca pra cima e me faz ter vontade de sair dançando rs.

Uma música que foi tema de algum relacionamento: The Fray - Look After You



Esta foi complicada, daria pra fazer uns 5 volumes da trilha sonora deste relacionamento, mas acabei ficando entre duas, e a escolhida foi The Fray. Recebi uma carta por e-mail acompanhada desta música e a ordem pra escuta-la enquanto lia a mensagem, me fez bem demais.

Uma música que sempre te faz chorar:  Legião Urbana- Vento no Litoral


Não é uma música que me faz necessariamente chorar, mas me deixa melancólica sempre que a escuto, por mais linda que ela seja.

Uma música que seria toque do seu celular: The Rembrandts - I´ll be there for you


Amo a série, amo a música, e ela foi o toque do meu celular quando eu tinha um pratico android ( saudades), agora tenho um ios que não me permite muita coisa a menos que eu desembolse por isso. (aiaiai)

Uma música que você gostaria de tatuar: Los Hermanos: Alem do que se vê


Pensei, pensei, não cheguei a muitas conclusões não rs. São muitas opções, mas a principio seria esta dos Los Hermanos, mas precisamente a frase: "É preciso força pra sonhar e perceber, que a estrada vai além do que se vê. "

Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: Patricia Marx - Espelhos d´água


Esta foi uma das mais fáceis, amo esta música desde sempre, acho uma das mais lindas canções de amor, daquelas que você ouve e fica com muita vontade de ter alguém pra dedicar ou ter alguém pra se apaixonar.


Uma música que você está viciada agora: Ivete Sangalo - Pra Frente



Faz dois meses que retornei do carnaval de Salvador, e não é fácil sair da vibe do axé rs, esta música foi justamente o hit do carnaval de Ivete e hit da minha viagem e de momentos divertidos dela.

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Ana Carolina -Ta Rindo É?


Nunca tive um cantor, banda ou música preferida a ponto de todo mundo dizer que lembra de mim ao escutar, fiz uma breve pesquisa, e ouvi diferentes respostas, mas todos meus amigos tem um ponto em comum a meu respeito, meu bom humor, meu riso fácil, então usei isto e optei por uma canção que amo e que retrata bem este meu lado  ;)

Ufa, terminei.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Rita Lee mora ao lado - O Musical



Sabe aquela coisa da procrastinação? eu abuso disso com relação a este blog, e sobre esta peça, bem, este post ta atrasado há pelo menos quatro meses.
Mas mesmo que a peça já tenha saído de São Paulo, ela segue em turnê pelo país e por isto ainda acho válido o post rs. 
A peça nos mostra trechos da trajetória da cantora Rita Lee, grande nome do rock nacional.
A história é sobre a cantora, mas pode se dizer que é um verdadeiro passeio pelo melhor da música brasileira. Rita surgiu e viveu ao lado de grandes compositores e interpretes do cenário musical.

 A peça retrata o inicio de Rita ao lado dos Mutantes, sua parceria com Gilberto Gil, fala da prisão de Rita em plena ditadura militar, do AI-5,  do discurso antológico de Caetano e seu " É proibido proibir", do exílio de Chico, Caetano e Gil. Dos encontros de Rita com nomes do calibre de  Elis Regina, Tim Maia, Jorge Ben, Ney Matogrosso, Gal Costa, João Gilberto.
Aliás, as interpretações de Ney e Elis,são arrepiantes e roubam a cena.

Além do recorte cultural na música e na história, ainda apreciamos um pouco de dois nomes que fizeram história na televisão. A participação dos Mutantes no programa de Ronie Von e da inesquecível Hebe Camargo.
Mel Lisboa não tem vozeirão, mas é afinada, dedicada e se segura muito bem a responsabilidade de representar nossa rainha do rock.
Rita Lee mora ao lado, vale a pena pra quem é fã da cantora, ou pra qualquer um que aprecia a boa música .

domingo, 25 de janeiro de 2015

Minha singela homenagem a São Paulo, 461 anos!

Confesso que faço planos de te trocar pelo Rio, mas quero deixar aqui registrado que eu te amo Sao Paulo, amo seu caos, amo sua gente, amo a infinidade de possibilidades que oferece, te amo em toda sua grandeza! E quando chegar o dia de partir, me despedirei com a música "estou casando mas o grande amor da minha vida é você!"   #ParabensSaoPaulo #SP #461anos 


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

LOUCAS PRA CASAR E UM NOVO CAMINHO PRA COMÉDIA NACIONAL

Uau! que titulo profundo não? 

Se você ainda vive neste país e não esteve isolado numa caverna sem qualquer tipo de comunicação nos últimos dias, já sabe que estreou nos cinemas a comédia brasileira Loucas pra Casar, que sequer completou uma semana no circuito e já bateu a marca do milhão de telespectadores, bateu recorde de estreia nacional também, e se seguir neste ritmo, novos recordes virão.
Eu assisti o filme ainda na pré estreia quando as salas já estavam lotando, e quero ver de novo.




Posso dizer que o filme já é uma das melhores comédias nacionais que vi ( "ah Pri, só por causa da Tatá?" " Ei, eu acho um critério justo, me deixa!"), mas de verdade, um dos critérios pra se considerar um filme de comédia bom é que ele faça rir, e isso Loucas cumpre seu papel perfeitamente. São poucos os momentos que a sala fica em silêncio, o filme arranca risos fáceis, praticamente o tempo todo, as vezes nem se pode ouvir a piada seguinte, pq a sala ainda esta rindo alto com a piada anterior, então só isso já é louvável e merece palmas.
O roteiro não chega a ser brilhante, nem inovador em sua premissa e nem durante boa parte do longa, bate na ideia batida de que mulher só pode ser completamente feliz se tiver um homem ao seu lado, nem que isso custe sua dignidade, sim, é absurdo, e se o filme fosse um drama eu ate concordaria com algumas criticas que tenho visto atacando os pretextos machistas e tals, mas céus, é uma COMÉDIA, se incomodar ou querer filosofar em cima de filme despretensioso acho forçado demais. E não custa lembrar, humor trabalha com absurdos, é a partir deles que se pode criar todo tipo de piada.
Bom, o roteiro é durante boa parte do filme, clichê, previsível, uma colcha de retalhos de tudo que já vimos em algum outro filme, por isso sua força se encontra em dois pilares, o elenco e o desfecho.


Tatá e Fabiana são o melhor do filme. Sou suspeita pra falar de Tatá Werneck, a acompanho e admiro desde 2010, acho genial, e confesso que me desapontei ao ver a quantidade de cenas dela, afinal fui ver por ela, e das três, ela é a que menos aparece, e o trailer faz pensar que ela é tão protagonista quanto Ingrid, marketing inteligente né?!
Mas Tatá como sempre rouba a cena, o povo ri só de saber que ela vai aparecer, ela esta incrível como uma carola fanática, por sinal, seria um personagem fraco e o que tem menos a oferecer das três pra fazer rir, mas estamos falando de Tatá né, a bixa é talentosa e faz mágica com pouco, arranca risos em todas as cenas, a parte da igreja é um show a parte. Ah, as lentes azuis fizeram as expressões ganhar um realce especial.


Fabiana Karla também está ótima como a amiga sapatão, consegue não cair no estereotipo, e se sai bem com tiradas que nem sempre são tão boas. 
Suzana Pires se sai bem, mas a graça neste caso é mérito do roteiro e do próprio personagem, o tipo mais fácil pra criar tiradas.
E Ingrid não se difere muito da Alice de De Pernas pro Ar, tanto na interpretação quanto na própria descrição da personagem, mas seu timing cômico continua ótimo, assim como dá conta das cenas dramáticas.
Entre os homens o destaque fica pra Edmilson Filho.



Quando se opta por um filme de comédia, eu pelo menos assisto com o único intuito de dar boas risadas, sem compromisso, sem expectativas, e ai vem um filme deste, (onde o titulo, a publicidade e o trailer se vende como "mais do mesmo") e PÁH, te surpreende com uma reviravolta do nada e faz uma desconstrução de tudo que foi passado até então, e que faz o cinema de repente ficar em silêncio, ai meu amigo, você vê que existem outros caminhos. Acho que o diferencial deste filme é que nota-se o esforço de todos pra oferecer algo novo, e isto é muito bom. Já faz alguns anos que se sabe que a comédia vale ouro no cinema nacional, o que provoca sempre uma safra de filmes, com roteiros cada vez mais preguiçosos, ruins e de pouca graça, por isso quando vem um filme que se esforça pra fugir disso, deu um passo a frente e abre um caminho, que outras produções possam se inspirar para criar coisas novas e boas.
A minha maior critica fica mesmo pra trilha sonora, que aparentemente quis ficar com apenas uma música, e toca ela insistentemente, a grudenta e cansativa "Happy", aliás, se a comédia é nacional, que tal investirmos mais nas nossas músicas pras trilhas?! #Ficadica

Aqui não é um blog de cinema, mas nas minhas estrelinhas imaginárias pra preencher, eu dou 4 estrelas com gosto, o filme é ótimo, super recomendo, vale o ingresso!